domingo, 7 de outubro de 2012

PULP FICTION - TEMPO DE VIOLÊNCIA em Shooter Burger!

SHOOTER BURGER


FILME - PULP FICTION - TEMPO DE VIOLÊNCIA

PRATO - AMERICAN CLASSIC BURGER (HAMBURGER, CHEDAR, BACON, CEBOLA CARAMELIZADA, SALADA E HOMEMADE MAYONESE)




"Oh, I'm sorry, did I break your concentration?"


Uma mente alucinada? 

Seria esta a melhor definição do brilhante Quentin Tarantino?

Uma coisa é certa, ele desenvolveu um estilo original de fazer cinema dentro do pós-modernismo. Lançando mão de clichês do passado, Tarantino consegue unir a alta e baixa cultura numa única película.

Pulp fiction tem como base programas de TV, filmes B e fofocas sobre celebridades. Segundo Bergan, crítico de cinema, o filme é um estudo auto-reflexivo dos filmes de gangster, sem ser filme de gangster em si.

A trama do filme é genial... São várias histórias de crime embaralhadas e inter-relacionadas ao mesmo tempo, fato que não deixa a gente piscar nem sequer uma vez durante todo o tempo.

A cena mais marcante para mim é esta do Samuel L Jackson aterrorizando antes de matar um bandidinho...rs



Difícil contar uma história tão distinta, então recomendo que quem não viu o filme ainda... VEJA! Já é um clássico que vale muito a pena ser visto.


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O prato dessa vez é teoricamente simples. Um clássico POP! O famoso American Classic Burger.

A elaboração é simples, mas a execução foi, digamos, MANEIRA!!! Me diverti muito fazendo tudo... O hamburger em si ficou sensacional, muito suculento! A isso devo agradecer ao tempero da minha mãe, muiiiito bom!! A mayonese foi eu mesmo quem fiz, sensacional! Vale a pena fazer, prática e gostosa. Se vocês quiserem posso passar a receita na página do blog no facebook.

Para acompanhar fiz batatas apimentadas, assadas somente com azeite sal e páprica... Ficaram bem crocantes! E representaram bem á ousadia do Tarantino, como uma reestruturação do clichê "french fries"!




E aí, gostaram?

Mas não parei por aí... Entendi que este "burger" não combinava com minha nutricionista, lite como ela é!!
Então fiz uma interpretação da salada caprese, adaptando-a ao fast-food! E juntamente com ela, um sanduiche de ciabatta com abobrinha grelhada, frango na laranja e creme de ricota. Mais uma vez não decepcionei o gosto dela, ficou ótimo!



Sei que é redundante falar, mas me diverti muito fazendo toda essa comida, mais ainda porque além da  Paulinha, tive a companhia da minha Família Paulistana. Obrigado pela amizade tia Marta!

Espero que tenham gostado, e desculpa pelo atraso no post. Muito estudo e pouco tempo por aqui.

Obrigado, Diogo Machado.


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

VICKY CRISTINA BARCELONA em Novio Catalán!

NOVIO CATALÁN


FILME - VICKY CRISTINA BARCELONA

PRATO - FILÉ DE NAMORADO COM CROSTA DE PISTACHE, ACOMPANHADO DE PURÉE DE PIMENTÃO VERMELHO, ASPARGOS GRELHADOS E FLOCOS DE CHOCOLATE AMARGO.


"A realidade é chata, mas é ainda o único lugar onde você pode comer um bom bife com batata frita"

Esta frase de Woody Allen diz muito. Podemos até pensar que o sentido por traz dela está presente em todo o enredo deste ótimo filme.

Ambientado na fascinante Barcelona, em meio às obras de Gaudí e Miró, ao clima mediterrâneo, e à gastronomia e música catalãs, Vicky Cristina Barcelona é considerado por muitos como um dos melhores filmes deste americano, que a cada dia que passa se parece mais um europeu.

Não sou nenhum crítico de cinema, e acho que nem preciso ser para perceber a piada inteligente, a trilha sonora peculiar, que misturada à complexidade da realidade cotidiana sempre presente nos filmes de Woody Allen, só poderia resultar num filme muito agradável. 

Creio que a maioria de vocês já devem ter visto o filme, sabem como a viagem de Vicky (Rebecca Hall) e Cristina (Scarlett Johansson) mudou a vida de ambas, como Juan Antonio (Javier Barden) é a personificação da frase que eu citei no início do texto, e ainda, como a Maria Elena (Penélope Cruz) é aquele famoso "missing ingredient" que todo mundo procura, mas nem todos acham, na hora de escrever um texto, fazer um prato ou até mesmo produzir e dirigir um filme.

Vou colocar o trailer do filme para aqueles de pouca sorte, que ainda não tiveram o prazer de assisti-lo.





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A montagem do prato foi inspirada no quadrilátero amoroso que se forma no filme, ao mesmo tempo levando em consideração a tradição gastronômica catalã.

É muito conhecido por todos a utilização de peixes e frutos do mar na culinária espanhola. Em Barcelona não é diferente. Contudo, há uma particularidade local, que é a mistura dos ingredientes litorâneos com os de montanha. Foi aí que introduzi o peixe (um filé de Namorado fresquinho, comprado numa das peixarias de Búzios) e o chocolate amargo, que ao mesmo tempo representam o charme do Juan Antonio e a doçura/sensualidade da Cristina.

Outra característica da culinária espanhola é a presença quase que obrigatória do pimentão. Escolhi o vermelho pelo seu gosto agradável, e com um toque de pimenta o fiz parecer com a Maria Elena, em forma de purée. Finalmente escolhi os aspargos grelhados, que muito usados na culinária francesa, são um bom acompanhamento para o peixe. Este vegetal tem um sabor delicado, bem parecido aos sentimentos da indecisa Vicky.

E como Barcelona é uma cidade que respira arte, além do fato de Juan Antonio e Maria Elena serem artistas, tentei fazer do prato uma pintura... Não é grande coisa, mas a combinação dos elementos ficou harmoniosa, apesar de diferente.




Gostaria de agradecer a hospitalidade e carinho da minha irmã e meu cunhado em Buzios, que foram as melhores companhias que eu e a Paulinha poderíamos ter nas férias.

          Espero que vocês tenham gostado da ideia.

Obrigado, Diogo Machado.


          



terça-feira, 17 de julho de 2012

A PRINCESA E O PLEBEU em Trio da Montanha!

TRIO DA MONTANHA


FILME - A PRINCESA E O PLEBEU

PRATO - TUTU DE FEIJÃO COM MOLHO DE PIMENTA BIQUINHO, FILE DE QUIABO RECHEADO COM PANCETA E LOMBO DE PORCO ASSADO NA LARANJA, RECHEADO COM QUEIJO MINAS E COBERTO COM CROCANTE DE ALHO PORÓ.




       Uma curiosidade sobre este filme é que eu tenho exatamente este cartaz, original, da época em que o filme estava na programação do saudoso Cine Vitória em Teófilo Otoni. Foi um presente do dono, amigo da minha família.

      O filme mostra um pouco da vida da Princesa Ann (Audrey Hepburn), numa especie de fábula da Cinderela, só que ao contrário.

        Muito entediada com a agenda de compromissos que a sua posição exigia, a princesa resolve fugir do palácio em que estava hospedada, na cidade de Roma. Ela queria conhecer como seria a vida na cidade eterna, como era ser uma pessoa comum, pelo menos por um dia.

        É nessa "escapada" que ela conhece o repórter Joe Bradley (Gregory Peck), que coincidentemente estava designado pelo jornal em que trabalhava, a participar da coletiva de imprensa que ela daria no dia seguinte a sua fuga. Ao perceber que ela era a Princesa, Bradley tenta o furo de notícia da sua carreira, deixando transparecer que não a havia reconhecido para conseguir sua matéria.

          Entretanto o malicioso jornalista, aos poucos vai se encantando com a princesa, que da mesma forma se encanta por ele. Ambos sabem que, a aventura de conhecerem Roma juntos não durará mais que um dia. Dessa forma, Ann se deixa levar pelo charmoso Bradley, enquanto este deixa de lado a ideia de tirar proveito da princesa.




          Foi neste filme que Audrey Hepburn surgiu para o mundo como uma estrela de Hollywood, ganhando notoriedade por seu jeitinho de boa moça. Impressionante a química que ela teve com Gregory Peck, formando um casal que provocou suspiros nos corações das nossas mães! rsrs

          Só a título de curiosidade, este filme recebeu 10 indicações ao Oscar. Um deles foi vencido pela Audrey, que ganhou o prêmio de melhor atriz.




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          A montagem do prato ocorreu a partir de uma inspiração diferente das que eu tive até agora. Ao contrário dos outros pratos, que retrataram alguns elementos dos filmes, este prato é um pouco abstrato.

            Já posso adiantar que ficou gostoso, por que dessa vez não foi só eu e Paulinha que comemos. Meu irmão Douglas e nossa amiga Luiza comeram, e repetiram rsrs! Aliás, foi muito bom vocês terem ido.

       Eu quis fazer uma transposição, em que a fuga da Princesa Ann acontecesse em Belo Horizonte em vez de Roma. O que ela iria procurar na cidade mineira? Diferentemente do gelato italiano, que ela prova em Roma, o que ela provaria em Belo Horizonte?




       Foi aí que veio a ideia de fazer uma comida típica da nossa cozinha, do dia a dia, com uma apresentação um pouco mais elaborada (estou fazendo umas pesquisas para aprender um pouco mais de apresentação de pratos). Fiz tutu de feijão, quase tão bom quanto o da Vovó Bia, com molho de tomante e pimenta biquinho. File de quiabo grelhado e recheado com panceta. E também lombo de porco assado com suco de laranja, recheado com queijo minas e coberto com crocante de alho poró. O Espumante foi só um luxo da Princesa (entendam como quiser, rs).


   
          Espero que tenham gostado da ideia. Este mês vou aprender também, algumas técnicas de fotografia pra ver se consigo tirar algo a mais da minha câmera (que não é boa). Devo fazer mais um post ainda em Julho.


Obrigado, Diogo Machado.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

DANÇA COM LOBOS em Tatanka's Steak!

TATANKA'S STEAK

FILME - DANÇA COM LOBOS.

PRATO - BIFE DE CHORIZO DE BÚFALO ACOMPANHADO DE ARROZ SELVAGEM AO MIX DE COGUMELOS E PURÊ DE ABÓBORA.






          Western... Um dos mais famosos gêneros do cinema estreia aqui no blog!!

          Este é o mais antigo dos gêneros cinematográficos, e talvez por isso tenha tanto apreço dos amantes do cinema. Mas é claro! Reúne elementos que empolgam a todos: homem contra a natureza, heróis solitários e vilões sedentos por sangue, terras e ouro.

          " quando a lenda se torna fato, publique a lenda."

          Esta pode ser considerada a frase-chave do Western, e em Dança com Lobos a figura do chefe indígena Touro Sentado, que foi um personagem real e importante no conflito entre os homens brancos e os indígenas do interior dos Estados Unidos, ilustra tal frase.

          Neste filme o personagem do também diretor Kevin Costner, o frustrado tenente John Dunbar, decide conhecer "a fronteira" antes que ela desaparecesse. Ruma então para o interior do País, e lá em meio às pradarias, desenvolve uma curiosa relação com a tribo dos índios Sioux. O enredo se desenvolve nesta relação, e num sentido mais amplo, entre os índios e o exército americano, que naquele período buscava adentrar o território dos indígenas em busca do ouro que era, ali, abundante.

          O filme encanta como alguns bons faroestes sabem fazer. É um filme extremamente comovente e com uma fotografia sensacional. Nele, a gente se depara com os índios cheios de orgulho, tradições e um humor peculiar. Encontramos desde a ação dos conflitos e da caça aos Bisões, até o sentimentalismo e melodrama do processo de perseguição aos índios no século XIX. E esta mistura de situações e sensações rendeu alguns Oscars a este Western, inclusive o de melhor filme.







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          A elaboração do prato foi feita com grande ajuda da Paulinha, minha namorada, que está prestes a estrear na cozinha, olha que maneiro!!

          O Bisão foi a principal fonte de alimento da tribo Sioux, e esteve até espiritualmente relacionado com a existência desta tribo. Foi aí que decidi utilizar um corte tradicional da carne vermelha, o Chorizo. Mas, pelo menos aqui no Brasil, não encontramos carne de Bisão. Então improvisei! Usei carne de Búfalo, que foi uma grata surpresa.

          Os Sioux preparavam um tipo de mistura de carne e gordura, para ser armazenada e resistir ao tempo. Então tive a ideia de preparar o Chorizo na gordura de uma bela panceta! Deu um sabor especial à carne, que também me surpreendeu pela maciez. Recomendo!

          Para acompanhar, fiz dois elementos também indígenas norte americanos. O primeiro está sendo redescoberto pela gastronomia, o arroz selvagem. Que era colhido pelos índios na região dos Grandes Lagos em canoas, de uma forma sustentável. Fiz um mix de cogumelos e alho poró para usar no cozimento do arroz. E deu muito certo! O arroz tem um gosto amendoado, que combinou bem com o sabor acentuado do Funghi Secchi chileno.

          O segundo acompanhamento foi um purê de abóbora, ingrediente típico das mesas norte americanas graças à herança indígena. O purê teve o papel de suavizar o prato, equilibrando os sabores fortes da carne e do arroz. 

          O resultado:



          No geral pode parecer meio bagunçado, mas quando a gente prova dá para sentir que foi uma experiência válida, principalmente pelo sabor e maciez da carne.
          
          Espero que gostem da idéia... Mais uma vez, a Paulinha curtiu!!!


Obrigado, Diogo Machado.
           

  

sábado, 28 de abril de 2012

FORREST GUMP em Camarão a moda Gump!

CAMARÃO A MODA GUMP

FILME - FORREST GUMP - O contador de histórias.

PRATO - CAMARÕES COZIDOS EM PAPILLOTE ACOMPANHADOS DE VEGETAIS GRELHADOS E MOLHO DE ROMÃ COM GENGIBRE.






               Depois de um bom tempo sem posts, eis que venho com outro clássico!!

               Forrest Gump marcou época... Isso todos nós temos que reconhecer. Lançado em 1994, até hoje está presente no cinema como um épico que literalmente passeou durante um período histórico riquíssimo dos Estados Unidos, e tocou as pessoas de uma forma ao mesmo tempo engraçada, crítica e romântica.



“A mamãe dizia que dá para saber muito sobre alguém pelos seus sapatos. Para onde ela vai, onde ela esteve. Eu já usei muitos sapatos.”

              Durante o filme, Forrest esteve em muitos lugares. Correu, andou, lutou, guerreou, fez touchdowns e amizades, pescou, e amou... Participou de vários acontecimentos políticos, sociais e culturais. É um filme daqueles fora de série, que reúne todos os elementos necessários para ser lembrado com a mesma intensidade 18 anos depois de lançado, não é à toa que faturou 6 oscars, inclusive os de melhor filme e melhor diretor.

              E um ótimo filme não poderia ficar sem uma ótima trilha sonora. Alguém imaginaria Jimmy Hendrix, Bob Dylan, Elvis Presley, Creedence, The Beach Boys, The Mamas and the Papas, The Doors, Lynyrd Skynyrd e outras feras da música no mesmo filme? Isso me deixou muito, mas muito mais empolgado.


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“A vida é uma caixa de bombons, você nunca sabe o que vai encontrar.”

      A ideia do prato veio de uma ousadia minha. Eu quis abordar o filme todo em um prato só... E num é que deu certo? Pelo menos na minha cabeça né...

      Primeiro eu quis retratar o lado mais amplo por trás da história do filme: a pesada crítica política que ele faz sobre o período americano na Guerra Fria, em especial a Guerra do Vietnã. Daí veio a presença de todos os legumes no prato, simbolizando a cozinha vietnamita, que é notória como a mais famosa dentre os vegetarianos.


         Depois eu usei o camarão. Como não usar camarão num prato que se baseia em Forrest Gump? Toda a amizade que ele construiu com o Bubba durante o treinamento e depois no Vietnã... A amizade fraternal que eles tiveram, moldaram o personagem pro resto do filme. Sem contar na amizade que ele passa a ter com o Tenente Dan, seu marujo no Barco de pesca de camarão, que é ingrediente fundamental na cozinha do Alabama.

         O modo de cozimento em papillote nada mais é do que cozinhar o camarão no forno, num envelope de papel alumínio juntamente com algumas ervas.


                    Mas faltava a Jeni... O amor que o Forrest tinha por ela não podia passar batido. A mulher que ele amou desde criança, sua companhia até a juventude, e depois esposa e mãe do seu filho... Fiz um molho de romã e gengibre, a fruta do amor junto com uma raiz de sabor exótico e marcante. O resultado foi isso aqui: 





        Espero muito que tenham gostado, e apesar da demora o blog segue com a mesma empolgação. Abraços pra todo mundo!
 


          Obrigado, Diogo Machado.


segunda-feira, 19 de março de 2012

O PODEROSO CHEFÃO em Risotto Corleone

RISOTTO CORLEONE

FILME - O PODEROSO CHEFÃO

PRATO - RISOTO TRUFADO DE HORTELÃ COM PALETA DE CORDEIRO ASSADA AO MOLHO NAPOLITANO.




      Para os poucos que não assistiram, O Poderoso Chefão é um dos filmes mais marcantes da história do cinema. Brilhantemente dirigido por Francis Ford Coppola, este filme concorreu a 8 estatuetas do Oscar e ganhou 3 delas, inclusive a de melhor filme e de melhor ator (Marlon Brando).
       
      Adaptado da obra de Mario Puzo, a trilogia mostra toda a trajetória de Vito Corleone e sua família, e como um imigrante italiano vindo da Sicília constrói em Nova Iorque uma família próspera e respeitada por seus iguais, e mesmo através do contrabando ele consegue passar uma imagem de retidão e respeito.


     
      O filme é intenso o tempo todo, com cenas marcantes e frases que entraram para a história como aquela que o Don Vito sempre usava: "Faça uma oferta que ele não possa recusar."

      Foi em cima do personagem do Don Vito que o filme me impressionou, e impressionou a maioria das pessoas que conheço. Como um personagem fora-da-lei consegue tanta identificação com a gente? A resposta que vem em mente é simples... Ele cuida dos seus como todo homem deve fazer, respeitando as mulheres e crianças, mas punindo seus inimigos, mesmo sem deixar de respeitar um certo "código de honra" que existe entre os gangsters.

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    O prato que fiz tentando retratar o filme, foi inspirado em Don Vito. As vezes vocês vão se perguntar, por que não fazer uma pasta?

    Quis fazer um risoto por que é o prato italiano que mais gosto de fazer. Tinha que ter uma característica minha também né?

      O risoto trufado de hortelã é a minha ideia para ilustrar a família siciliana, pois é um prato que está na mesa de toda Itália, e tem como componente o hortelã que entrou na cozinha italiana através da Sicília, vindo do norte da África. Foi boa a ideia, até porque o hortelã combina bem com a carne de cordeiro. O gosto da trufa também caiu igual uma luva. Eu estranhei no começo, na hora que fazia o risoto, mas depois vi que combinou legal. Finalizei o risoto com queijo pecorino no lugar do tradicional parmesão, pois ele é o mais comum da Sicília e é feito com leite de ovelha.

       Pensei na carne de cordeiro, pois é uma carne que possui um sabor muito forte e marcante. O molho napolitano que acompanha a carne de cordeiro é feito com uma redução de vinho tinto e pomodori pelati, retratando bem a violência que está sempre presente na mafia italiana.



      Não sei se a direção do blog vai ser essa, vou me adaptando aos poucos e aprendendo a escrever melhor e mostrar bem minhas idéias. Não tenho em mente fazer um blog de receitas, mas um blog de idéias e conceitos pra quem gosta de cozinhar, e de comer é claro! Mas nada que a gente não possa ajeitar com o tempo...rs

      Gostaria de agradecer a Camilla Martins da Agência Açaí por ter feito essa arte irada pro blog. E quero dedicar esse prato à minha namorada Paulinha, que tem se mostrado uma companheira e tanto, curtindo todas as minhas manias como se fossem dela. É ela quem vai provar todos esses pratos e assistir a todos os filmes comigo.

       Acho que ficou bom né? rs


Espero que tenham curtido. Mandem a opinião de vocês nos comentários.

Obrigado, Diogo Machado.      


BOAS VINDAS AOS AMIGOS!!!

      A ideia de escrever um blog veio depois que resolvi mudar de cidade. Como eu iria morar um pouco mais longe da família e dos amigos, pensei numa maneira de ficar mais perto e ao mesmo tempo me divertir. 
      Como me divertir se não criar minhas maluquices na cozinha? Só mesmo misturando com minha humilde admiração pelo cinema... resolvi então criar um blog que vai colocar junto duas coisas que me agradam muito, e as vezes até me definem: o cinema e a gastronomia. 
      É claro que não sou bobo nem prepotente de achar que tenho algum gabarito pra falar desses assuntos com propriedade. Quero só me divertir com vocês, lembrando de filmes marcantes e a partir deles criar um prato... só pra não perder o costume de cozinhar para meus amigos... mesmo de longe!
      
      Espero que gostem da ideia, e participem comigo... 

Um abraço do Diogão.